
Brazil Finance Minister Dario Durigan stated the country does not depend on betting revenue to balance public accounts. He said the regulation was well established and not with the intention of raising revenue but for the sake of fairness. The debate about prohibition will remain open in the country for the next few years as an institutional debate between the Supreme Court, Congress and the executive branch.
SCCG Take — Operadores devem reforçar práticas de jogo responsável e monitorar o debate institucional, pois a regulação continua sem sinal de banimento imediato, mas com ênfase em impactos sociais.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil não depende das receitas de tributação das apostas esportivas para equilibrar as contas públicas. A declaração foi feita enquanto ganham força os pedidos de banimento do setor no país. Durigan ressaltou que a regulação foi estabelecida para organizar o mercado, e não para elevar a arrecadação.
Como reportado pelo iGaming Business, o ministro explicou que o governo atual cumpriu o que previa a lei de apostas esportivas, ausente na gestão anterior. Ele encontrou o setor já em operação por quase cinco anos, com forte presença no futebol, na publicidade e com peso político e econômico. Entendendo que o Congresso não proibiria a atividade, decidiu-se por estabelecer as regras.
Durigan defendeu que o setor seja tratado com o mesmo rigor aplicado aos cigarros e que a tributação ocorre por equidade, não por necessidade de recursos, mas para garantir justiça: se uma empresa vende carros ou bebidas, paga impostos, e o mesmo deve valer para quem opera com autorização.
Durigan lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou incômodo com os impactos das apostas na qualidade de vida da população. O ministro relatou debates no Congresso Nacional, no Supremo Tribunal Federal e na Procuradoria-Geral da República sobre esses efeitos. Entre os avanços citados estão o aumento do imposto direto para 15%, a inclusão no Imposto Seletivo, a proibição de apostas para beneficiários de programas sociais e do Desenrola, além do mecanismo de autoexclusão.
O debate sobre a proibição permanecerá aberto no país nos próximos anos. Será um debate institucional entre o Supremo Tribunal Federal, o Congresso e o Poder Executivo. Ele não indicou intenção do governo de proibir a atividade.
As falas mantêm aberta a discussão sobre proibição nos próximos anos, sem dependência fiscal como motor principal. Para o setor, isso reforça a necessidade de acompanhar os diálogos entre os poderes, priorizando compliance e medidas de responsabilidade social que já vêm sendo implementadas. O foco em equidade tributária e proteção ao consumidor deve guiar a atuação dos operadores enquanto o tema evolui.
Reporting: iGaming Business (iGB)
Generated by SCCG’s automated editorial system from published source reporting. SCCG Management holds editorial responsibility.
Gaming, betting and prediction markets — the desk’s read, every weekday.
Subscribe →