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Relatório Aponta que Mercado Ilegal de iGaming nos EUA é Maior que o Regulamentado

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Relatório Aponta que Mercado Ilegal de iGaming nos EUA é Maior que o Regulamentado

TL;DR — O mercado ilegal de iGaming nos EUA atingiu US$ 97,4 bilhões em GGR em 2025, superando o regulado de US$ 78,7 bilhões, segundo relatório da GCI. Isso representa 77% de um mercado total de US$ 125,6 bilhões. O caso ilustra os desafios para regulação como a Lei 14.790/2023 no Brasil.

SCCG Take — Reguladores brasileiros precisam fortalecer o enforcement para evitar que a expansão regulada apenas alimente o mercado ilícito, como observado nos EUA.

Um novo relatório estima que o mercado não regulado de iGaming nos Estados Unidos gerou US$ 97,4 bilhões em 2025, um aumento de 45% em relação aos US$ 67,1 bilhões registrados em 2024. Esse montante supera os US$ 78,7 bilhões do mercado regulado comercial e online estimados pela American Gaming Association (AGA). No total, o mercado online americano seria de US$ 125,6 bilhões, com os operadores ilícitos ficando com 77% da fatia, de acordo com a iGaming Future.

O documento, da Gaming Compliance International (GCI), argumenta que a expansão da regulação, sem monitoramento, policiamento e enforcement contra o setor ilícito, apenas contribui para o crescimento do mercado total endereçável de apostas online.

Desafios da Regulação nos EUA

O relatório contesta a narrativa usual de que mais regulação leva a menos jogo ilegal. Em vez disso, ele sugere que o boom do gambling americano está ocorrendo majoritariamente nas sombras.

Relevância para o Regulador Brasileiro

A Lei 14.790/2023 institui a regulação de apostas esportivas e jogos online no Brasil, com a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA/MF) à frente da outorga de licenças e fiscalização. O que liga os dois mercados é o papel do enforcement: o relatório da GCI indica que sem ações efetivas contra operadores ilegais, a legalização pode expandir o mercado geral em vez de transferir volume para o regulado. Não está detalhado na fonte como isso se aplicaria aos dados de arrecadação da Receita Federal ou ao PL 2.258/2026, mas operadores brasileiros devem considerar esse risco ao planejar investimentos. O caso americano serve de alerta para que a implementação da lei brasileira priorize não só a licença mas também o combate ao ilegal.

Reporting: iGaming Future

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Steve’s read · SCCG Intelligence

Regulation without enforcement just grows the total market and feeds the black market — a wake-up call for Brazil.

We've watched this movie before: legalizing without enforcing doesn't convert illegal players, it just expands the pie for the unlicensed. Brazil's new framework under Lei 14.790 faces the exact same risk. If SPA/MF doesn't prioritize takedowns and payment blocking alongside licensing, operators will compete with ghosts who don't pay tax or protect consumers.

SCCG angle: SCCG works with compliance tech providers, payment processors, and regulators across 30+ markets. For clients entering Brazil or scaling in the US, we connect you to the enforcement-side partners — geoblocking, affiliate compliance, payment rails — that actually choke off illegal competitors and protect your licensed investment.

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